13 de jul. de 2008

A Esperança

Não sou mais quem eu achava que eu era
Não penso mais no que eu pensava
Não acredito mais no que eu acreditava
Mas ainda sei que penso e acredito no que me faz bem

Não vejo mais o que eu via
Não escuto mais o que escutava
Não sinto mais o que sentia
Mas ainda sei que vejo, escuto e sinto o que para mim fizer bem

Não acredito mais nas pessoas
Não acredito mais no amor
Não acredito mais na fé
Mas ainda sei que ter fé no amor e amor pelas pessoas faz bem para mim

Não sei mais o que é vida
Não sei mais o que é morte
Não sei mais ter esperança
Só sei que a esperança pela morte me faz ter vida...
e a VIDA me faz bem.

Um comentário:

Anônimo disse...

Amável teu poema....!
Num discutirei as partes q num concordo, mas mesmo tendo opiniões diferentes, achei linda a forma d se expressar....!
Parabéns!!